No dia 7 de fevereiro tive uma queda cujas consequências, às próprias de um velho, carrego-as até hoje. Tínhamos, graças a um atendimento ao meu filho gostando de um tratamento pessoal acabei me dirigindo à UPA para conhecer o meu estado real. Para tal telefonei e a forma como o atendente, na oportunidade o Luciano, me tratou de forma educadíssima, me animei de vez para ali ser atendido. Luciano me informou que o único problema seria o tempo de espera dependendo do número de pessoas a serem atendidas. Passei a mão no Estadão pois se houvesse demora tinha que ler. Mal cheguei, enquanto a Néda foi estacionar o carro, já fui chamado para a triagem e dali para a sala de espera com a Néda chegando junto. Gentilíssima, a competente Dra. Maria Julia Martins, de Matão, fez o primeiro atendimento e eu me sentei e ia abrir o Estadão quando fui chamado para fazer as radiografias. O operador do Raio X, também muitíssimo educado, me deixou muito à vontade. Saindo dali voltei para o meu lugar e abri novamente o Estadão quando a Dra. Maria Julia se aproximou e caiu um exemplar do meu jornal e ela se interessou para vê-lo ficou surpresa em saber que era eu que o escrevia, leu os artigos, elogiou e voltou para a sua sala. Veio então uma enfermeira para me aplicar uma injeção. Não tenho o menor receio em tomar injeção e desta vez eu não senti nada, parecia que eu nem havia tomado injeção. E, mal abro o Estadão, a Dra. Maria Julia me chama, diz que não sofri fratura e que o local está inflamado receitando-me um anti-inflamatório. Tudo isso assim rápido em um atendimento o melhor que recebi na vida.
O Dr. Fulvio é médico, Tadeu é contabilista. É inaceitável vocês deixarem estes abnegados profissionais, que prestam um serviço importantíssimo para a população taquaritinguense, ficarem sem receber e, mais triste ainda, parecer que vocês nem ficam envergonhados. Qual o mistério que impede vocês de mostrar para a população qual é o verdadeiro problema da nossa Prefeitura Municipal?
Taquaritinga, 29/05/2026, n.º 11932
