Ao meu amigo/irmão Roberto (Guidinho) Bruzadim.
Roberto Bruzadim era vizinho do saudoso Dr. Celio Pastore quando este assumiu a Presidência do CAT no final da década de 1960. Roberto já era funcionário do Banco do Brasil e o Dr. Célio já o colocou na Diretoria do CAT por tudo que o Roberto poderia oferecer.
Naquela gestão, as verbas para tocar o CAT vinham de grandes rifas onde se sorteavam Simcas, DKW, Fusca, chegando-se a uma oportunidade de que foi sorteada uma casa. Célio chegava na gráfica bolava a super impressão de números altamente sofisticados e quando chegava para pagar ele, rindo copiosamente, pegava 3, 4 números e pagava o serviço e meu pai, seu amigo, respondia, sempre às ordens. Fomos campeões jogando contra o time da Volkswagen em São Bernardo do Campo.
Porém esta não foi a única e grande participação do Guidinho nos destinos do CAT. Naquela luta intensa e imensa para garantir ao CAT o direito de participação na série A, quase toda a história se volta para a construção do campo, importantíssima, é claro, mas não se pode esquecer nunca da luta jurídica que começou na Federação e foi parar na mesa da Justiça Paulista. Aí se destaca, com letras de ouro, a participação do Roberto que encontrou um advogado jovem disposto a participar da luta jurídica, pagou o advogado até que conseguisse a sentença final que definia o CAT na primeira divisão.
Vem então o jogo de inauguração do Estádio Municipal “Dr. Adail Nunes da Silva”, o Taquarão, e neste jogo, que foi contra a equipe do Cruzeiro de Belo Horizonte, o prêmio ao grande apaixonado pelas cores cateanas: coube ao Roberto Bruzadim, como mostra a foto, ao lado do Presidente Dr. Alfredo Pagliuso, dar o pontapé inicial da partida.
Obs: imagem restaurada com inteligência artificial.
Taquaritinga, 03/06/2026, n.º 11933
