Para as Prefeituras Municipais de todo o país, especialmente as do Estado de São Paulo, estado que vive uma fase de estabilidade financeira, efetivação de obras que estavam abandonadas assim como de outras da maior importância na área do transporte e da saúde, com um governo sério e honesto que vem se tornando um exemplo do cuidado com a segurança pública e no combate aos grupos narco-terroristas, o recebimento de quantias vultosas tem sido uma constante especialmente neste ano que é um ano de eleições.
Já há algum tempo, quase como se fosse a cada dia, ou ao menos a cada semana, do trabalho de um vereador aqui, de outro vereador lá, e principalmente do manancial político onde se enquadra o nosso Prefeito, os recursos, as dotações financeiras, parecem chegar aos borbotões, tanto, que poucos têm de imediato, de cabeça, o somatório destes valores os quais, com toda a certeza, se somaram em milhões.
Pois bem, mesmo com esta cascata de dinheiro que vem escorrendo de todo lado, a nossa Prefeitura ainda, vergonhosamente, tem um número elevado de dívidas, deve horrores, deve à nossa dedicada Irmandade da Santa Casa, provoca atrasos nos pagamentos dos funcionários aposentados e nos funcionários normais, vereadores reclamam sempre da falta de medicamentos, de serviços simples e necessários para a comunidade e não se tem, e é válido se afirmar que nunca se teve, por parte do Prefeito, do responsável pelas finanças, a informação de qual é a causa provocadora deste desequilíbrio e como, de que forma, se poderia equilibrar as finanças do município.
Há em torno de tudo isso uma colocação mais séria. O mundo de dinheiro que caiu do céu neste ano, não se repetirá no ano que vem, nem em 2.028, não só porque não teremos eleições, mas, principalmente, porque o Governo Lula, com este mundo de bondade que efetua com o nosso dinheiro, já arruinou e vai arruinar ainda mais, a situação econômica do país, o que vale dizer, se este ano foi de mãos cheias, o ano que vem, e o próximo, será de seca financeira com uma perspectiva inflacionária que deverá diminuir, e muito, o poder de compra do trabalhador. No continuar desta marcha, Taquaritinga vai para o caos total.
Taquaritinga, 03/07/2026, n.º 11943
