Esta página é um oferecimento de

Quanto mais você mexer e remexer em nossa história, cada vez mais, profundamente e em definitivo, se poderá ver que o nosso Carnaval é grandioso, sempre foi grandioso, pela participação popular tanto nos salões, os quais antigamente eram muitos, como nas ruas. A Prefeitura, quando muito, abria o almoxarifado para que ali, os Dellapinas montassem os carros alegóricos com os motivos e enfeites sugeridos pelos blocos.
E esta força que sempre se manifestou nestes festejos haja vista a lembrança dos grandes carros alegóricos humorísticos do saudoso Gabriel José Miziara, aos grandes carros do seo Antônio D’Ambrosio, o Belo-Belo e muitos outros que poderiam ser lembrados. A pujante Bateria dos Bambas, marcando o Carnaval no som do Congo, próprio dos escravos que viviam em São Paulo, enfim, temos em torno destes folguedos todo um mundo de lembranças difíceis de serem apagadas.
Os taquaritinguenses, em pequenos ou grandes grupos, sempre colocaram seus blocos na rua encantando, pela variedade, os salões do Clube Imperial. Enfim, a participação popular pode ser selada com a lembrança de que, tanto o Batatão quanto a Jardineira da Tarde não são criações da municipalidade, mas, sim, do povo.
E hoje temos aqui um destes blocos pois se os moços formavam seus grupos para lá, as moças não deixavam por menos e formavam seus grupos para cá.
E aí temos um dos blocos que animaram o Carnaval de 1.997 no Clube Imperial. Estão, da esquerda para a direita; Tetéia “Andrea” Galassi – Titina Piva – Patricia de Paula Eduardo – Natália Sudano – Alessandra Lia Moutinho e Vanessa Marin.
Taquaritinga, 29/08/2026, n.º 11959
