O discurso da Família, o discurso da Religião, a pauta dos costumes, tudo aquilo que nós sempre combatemos

Política

É realmente um absurdo, uma ofensa até a todos os brasileiros, ao direito que cada um tem de escolher sua religião, como vai viver, todas estas falas abusivas do Presidente Luiz Inácio, o popular Lula. São falas provocativas, soltas ao vento que sempre geram reações contrárias em todos os brasileiros, exceção, é claro, dos seus fiéis seguidores que mal têm coragem em defender a legitimidade das mesmas. 

Se as religiões já mantinham forte tendência de serem contrárias a estas absurdas considerações, se acresceu agora, com nova fala, falsa e tendenciosa por inteiro, sobre a necessidade de a Igreja Católica passar a aceitar mulher como Padre e, em seu próprio linguajar, como Bispa. Teve o desplante, a coragem de dizer que já havia comentado isso com o Papa (só poderia ter sido com Ernesto pois deste ele está fugindo como o Diabo foge da cruz) usando o nome de um falecido que nada pode provar.

E não deu outra, sábado e domingo o Face estourou de tanto pronunciamento de Padres e Bispos se recordando até o saudoso e dinâmico catequista o Padre Leo em vídeo no qual reverbera o apoio de Lula ao aborto exortando que o Presidente estava propondo que mães fossem assassinas. Se destacou bastante a imagem de que o Diabo não punha sua pata na Igreja.

Se pensa então. O que uma pessoa que pensa que pode tudo queria propor: um apoio velado às mulheres; uma crítica a Igreja Católica querendo agradar os evangélicos que tanto diminuíram com sua Escola de Samba no Carnaval. 

Diante de tudo isso como se pode aceitar que um católico praticante, fiel aos princípios de sua religião poderá votar num homem que assim os critica (pois criticando a Igreja, ipso facto, critica os católicos). Está ficando cada vez mais claro o desespero de quem sempre achou ser o senhor dos mundos sentir que está caindo dia a dia tornando-o, pela primeira vez, temente do futuro que o espera.

É simplesmente um abuso vergonhoso.

Taquaritinga, 23/09/2026, n.º 11964

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