Ou o Brasil acaba com Lula ou Lula acaba, de vez, com o Brasil

Política Principal

Nas décadas de 1940 e 1950, grandes e coloridos cartazes, especialmente nas estações, mostravam a maior formiga, Saúva, comendo as plantações. Era o grande mal da época. O texto dizia: Ou o Brasil acaba com a Saúva, ou a Saúva acaba com o Brasil. Tira a Saúva e coloca o Lula e temos o mesmo clima, a mesma destruição, o mesmo perigo latente.

Sabem todos que os debates eleitorais que se realizaram e se realizam no Brasil seguem regras e legislação específica. Dentre estes ordenamentos, como já ocorreu em várias ocasiões, o debatedor ausente é representado por uma Cadeira Vazia e perguntas podem a ele serem formuladas. Estes mesmos regulamentos determinam que candidatos cujos partidos tenham representação menor que X deputados, necessariamente não precisam ser convidados.

Pois bem. A TV Globo preparou um debate para esta última sexta-feira cujas normas, estas legais e outras possíveis eventuais, foram aprovadas pelos partidos que seriam ali representados, inclusive o Partido dos Trabalhadores.

A situação do atual presidente é difícil. Sem nenhuma obra ou grande feito a representar ainda pesa sobre ele uma administração totalmente desabonadora com a presença de mais de 200 convidados em diversas viagens internacionais, a situação crítica dos correios, o golpe absurdamente baixo e desqualificado contra os velhinhos aposentados do INSS cujos executores ainda estão a dever contas à União e os pagamentos efetuados muitos foram com dinheiro público, a taxação absurda sobre a vida dos brasileiros com Lula se valendo até de um aumento do IOF, o imposto sobre operações financeiras que é um imposto, não arrecadador, mas regulador das finanças no país, imposto aprovado por Alexandre de Moraes sem poderes para tal e que foi negado pelo Congresso Federal e, por fim, o recente caso do Banco Master que envolveu membros do Supremo Tribunal Federal, figuras marcantes do Governo, como o Senador baiano Jaques Wagner, amigo pessoal do presidente há 40 anos, líder do partido no Senado e que chegou a dizer que Lula é pior que ele porque foi preso. Lula está envolvido com todos do Supremo, Flávio Dino que inventou o 8 de janeiro, está em muitas fotos efetuadas naquele dia e sumiu com outras dezenas delas que mostrariam, fatalmente, o que foi aquela farsa. 

Voltando então ao debate, a Juíza do TSE, Estela Aranha, que trabalhou com Lula no Palácio e depois com Dino no Ministério da Justiça, proíbe que seja colocada uma cadeira vazia representando a ausência de Lula e impede que sejam efetuadas perguntas a ele. Por outro lado, Gilmar Mendes obriga a participação do candidato Renan Santos a participar mesmo o seu partido não tendo o número de deputados exigidos por lei para tal. Tudo isso sem sequer se importar com a Lei da Imprensa.

Temos então uma Juíza de um Tribunal Superior e um Ministro do Supremo, ao invés de determinarem a execução das leis devidas, legislando sem o menor poder para isso é, absurdamente, totalmente de forma contrária ao que a lei determina. Ou seja, além de não fazerem cumprir a lei ainda por cima legislaram sem serem membros de Assembleias eleitas pelo povo.

O Brasil não pode mais aceitar isso, petistas, de boa formação escolar e familiar, fogem do confronto e nem sentem que isto não é ser partidário de uma idéia política, isto é partilhar com as ações mais sórdidas, mais baixas, de um grupo criminoso cujos males, mais cedo ou mais tarde, também os atingirá. Há no lastro de tudo isto, uma esperança, aliás uma esperança bem justificada, Lula e sua corja de bandidos já devem ter em mãos um resultado que dá vitória ao Flávio Bolsonaro, e já está nas mãos de Flávio Dino o arcabouço de um plano que visa se anular as eleições com a esfarrapada desculpa de que o Presidente dos Estados Unidos está tentando favorecer a oposição. Com absoluta certeza, eles aprontaram e vão aprontar muito, mas não têm bala para tudo isso.

Taquaritinga, 03/10/2026, n.º 11968

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