Este é o problema do mundo político, os seus membros se acabam e os erros por eles cometidos ficam. Animado com os companheiros que queriam mais 4 anos de governo, o então Presidente Fernando Henrique Cardoso, um político de visão curta, comprou os congressistas e com o argumento de que 4 anos era um período pequeno para que um governo pudesse executar todo um programa, conseguiu aprovar a própria reeleição.
Naquele momento não se ouviu nenhuma voz discordante, era a aprovação total. O problema é que os anos passam e os problemas aparecem.
As situações absurdas que o Brasil vive em sua Justiça, sua Economia, sua Segurança, podem ser solucionadas com o uso da força militar mandando todo esse povo para casa deixando porém o dinheiro roubado ou com a derrubada da reeleição. Sem reeleição se provoca uma mudança obrigatória e ela deveria valer, inclusive, para o poder Legislativo. Os casos absurdos nos quais o país vive nos premia, por exemplo, com um Alcolumbre, que de jovem vereador em um Estado pequeno onde é fácil se fazer notar, de vereador passou a deputado por diversas legislaturas e não se tem um registro sequer de sua atuação em 4 mandatos. Não há pronunciamento, não há a apresentação de um projeto, só se permitiu o seu aprendizado com as falcatruas naturais destes órgãos. E está ele ali, na Presidência do Senado, vendendo decisões como certamente venderá a de aprovar este monstro jurídico que é o Messias da Dilma transformado no Messias do Lula. Venderá a segurança dos Ministros para a sua própria segurança e permanência atual e, possivelmente futura.
Não estou querendo sacrificar o Alcolumbre, mas mostrar o que fazer com uma reeleição cujo exemplo maior está nas loucuras do Lula para não passar vergonha de uma derrota que cada vez mais se confirma.
Bola ou balim, se diz bocha. Como a força é uma esperança, muitos rezam para que Donald Trump se volte contra o Brasil e inicie uma nova geração. Mais simples seria acabar com a reeleição, mas como tirar o rico doce financeiro das bocas famintas daqueles que estão na direção do nosso país.
Taquaritinga, 18/04/2026, n.º 11922
