Na eleição passada para a escolha do Presidente do Brasil, a candidatura Lula usou uma estratégia inusitada. Junto ao candidato principal se lançaram as candidaturas de Simone Tebet, pelo MDB e de Tábata Amaral de Pontes, se não me engano, pelo PSB. Ambas, nos debates e nas campanhas se posicionavam como uma nova linha de conduta contra os dois candidatos mais fortes, Lula e Bolsonaro.
Bolsonaro seguia sozinho e acabou recebendo o apoio daquele Padre que quase enlouqueceu o Lula. Simone Tebet chegou a dizer que sua posição era independente e que Lula não ousaria lhe oferecer qualquer vantagem. Aceitou e assumiu o Ministério do Planejamento e hoje, já ingressou no PT e irá concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo na desesperada luta de Lula contra o eleitorado paulista.
Para esta eleição temos o inverso. Lula corre sozinho, e Bolsonaro, agora não o pai mais o filho Flávio, vai ter como vantagem as candidaturas de Caiado, Governador de Goiás e Romeu Zema, Governador de Minas Gerais, as quais, por fugirem da polarização certamente atrairão muitos votos os quais, serão somados junto aos de Flávio Bolsonaro, que já supera Lula nas pesquisas.
Já transpiram nos noticiários notícias dando conta que o Núcleo Duro do PT sente esta preocupação e que poderá até substituir Lula por outro candidato em razão do estrago que uma derrota do chamado poderoso chefe poderá provocar no partido.
Taquaritinga, 14/04/2026, n.º 11920
