Esta foto de um Carnaval passado foi efetuada por mim mesmo junto a muitas outras desta mesma Batata Doce e de outros blocos. Deveria eu, então, por ter feito a foto, me lembrar de todos que estão ali retratados. O tempo levou, se é que existia, esta oportunidade.
Encontrando-a nos meus guardados, altamente desorganizados, diga-se de passagem, não conheci vários dos que ali aparecem inclusive por um detalhe que dificulta mesmo o reconhecimento de pessoas, falo do uso de óculos escuros.
Sem reconhecer todos parti para a minha velha teoria que é a de que devemos procurar alguém que nela aparece e a partir dali partir para novos reconhecimentos. Parto então para o nosso consagrado restaurante Mamma D’Oro e coloco o grande amigo Zé Oliverio frente a foto. Descobrimos mais alguns nomes, Oliverio chama a santa esposa e ela reconhece mais um. Quase chegamos a completar o trabalho. Nós três esbarramos no último à direita entre os agachados que, eventualmente ou definitivamente, pode ser algum dos muitos que foram convidados pelos Nunes da Silva, pelo Óxito e, por tal, ninguém o conheça. Mas deixei ainda uma última oportunidade a qual, se der certo, volto para registrar o nome, é que ele está abraçado pelo Dr. Tomaz Mendonça o que pode sugerir que ele o conheça ou dele se recorde.
Está aí um caminho que todos que postam fotos no Face nunca tomam o que diminui bastante a importância de fotos assim apresentadas. Vamos ao que todos aguardam. Na foto, da esquerda para a direita, em pé: o grande Washington Platini, Paulo Pala, Zé Oliverio, Binho Gavião, Nelsinho Silvestre e o saudoso Clóvis Ferrari. Agachados, na mesma ordem, Mauro Grigolli, Tato Nunes, Dr. Tomas Mendonça e a nossa dúvida.
Taquaritinga, 24/04/2026, n.º 11923
