Deixo o bolo de lado, todo mundo fica cuspindo em cima e tende a não corresponder, em espaço, aos anos a comemorar. A base forte mesmo, nas comemorações do que costumamos chamar de Festa da Cidade, eram os desfiles que vieram minguando aos poucos e já no ano passado provocou muitas lamentações e se apoiou uma data falsa sobre a história do ensino em nossa cidade. Se ele tropicava no ano passado, neste ano caiu de vez.
Inicialmente, em uma entrevista, o Secretário da Cultura afirmou que teríamos apenas dois eventos um nesta semana com conjuntos musicais na praça e outra, dentro de programação do Governo do Estado no dia 30 de agosto (esticando o tempo da Festa à lá Milton Nadir – não tenho nada para apresentar na Festa vamos dar um esticadinha). Depois desta entrevista apareceram outras promoções. Ora, já podíamos de cara, pois a comemoração oficialmente mais valiosa a Sessão Solene da Câmara Municipal já estava definida, era só olhar para Festas Passadas e colocar a realização de uma Missa Solene Eucumenica mostrando nossa fé – recuperar o Aproveite o Vento criado pelo Carmelo Pacelo e colocar no ar os papagaios – pipa – Recuperar os esportes apresentados pela Associação Japonesa – uma sessão cinematográfica para a meninada – aproveitar área dos Pampas e promover noitadas em área de alimentação com os nossos bares, restaurantes e eventuais. Enfim, três ou quatro pessoas sentadas em volta de uma mesa, com certeza, iriam sugerir muita coisa cujas realizações não deixariam a nossa Festa da Cidade assim tão vazia infelizmente mostrando toda a incapacidade, a falta de criatividade, o desinteresse de uma administração que vem tropeçando em suas próprias falhas prejudicando toda a cidade.
Taquaritinga, 14/08/2026, n.º 11955
